Uridina CAS: 66-22-8
A uridina possui diversas aplicações em contextos bioquímicos, farmacêuticos e nutricionais. Como componente do RNA, a uridina é essencial para a síntese e o reparo do material genético, contribuindo para funções celulares fundamentais, como a produção de proteínas e a expressão gênica. Seu papel no metabolismo dos ácidos nucleicos ressalta sua importância no suporte à proliferação celular, à renovação tecidual e à homeostase fisiológica geral. No campo da farmacologia, a uridina e seus derivados têm sido estudados por seus potenciais efeitos terapêuticos na função neurológica e na saúde cognitiva. Pesquisas sugerem que a uridina pode influenciar os sistemas de neurotransmissores, a função sináptica e a neuroplasticidade, o que motivou investigações sobre seu uso para aprimoramento cognitivo, suporte à memória e intervenções neuroprotetoras. Essas descobertas despertaram o interesse em compostos à base de uridina para potenciais aplicações no tratamento de distúrbios neurodegenerativos e comprometimentos cognitivos. Além disso, a uridina é utilizada no desenvolvimento de suplementos nutricionais destinados a promover a saúde cerebral, a função cognitiva e o bem-estar geral. Sua incorporação em formulações dietéticas e produtos nootrópicos reflete seu papel na promoção do desempenho cognitivo, da clareza mental e da regulação do humor. A presença da uridina nesses suplementos baseia-se em seu potencial para melhorar a integridade da membrana neuronal, modular os níveis de neurotransmissores e apoiar a produção de compostos cerebrais essenciais, como os fosfolipídios. Além disso, o monofosfato de uridina, um derivado da uridina, é empregado no tratamento de certos distúrbios metabólicos caracterizados pela biossíntese prejudicada de pirimidinas. Essa aplicação destaca a relevância terapêutica da uridina e seus derivados no tratamento de erros inatos do metabolismo e condições relacionadas, nas quais a suplementação com nucleotídeos de pirimidina é necessária para apoiar os processos fisiológicos e as vias bioquímicas normais. Adicionalmente, o papel potencial da uridina na saúde hepática e na hepatoproteção tem sido explorado, particularmente no contexto da mitigação de danos hepáticos e do suporte à função do fígado. Estudos indicam que a uridina pode exercer efeitos benéficos na regeneração hepática, no metabolismo lipídico e na inflamação hepática, sugerindo sua possível utilidade no manejo de doenças hepáticas e em intervenções terapêuticas direcionadas a condições relacionadas ao fígado. De modo geral, a uridina apresenta aplicações versáteis no metabolismo de ácidos nucleicos, saúde neurológica, suporte cognitivo, suplementação nutricional, distúrbios metabólicos e saúde hepática, refletindo seus diversos papéis na bioquímica, medicina e fisiologia humana. Suas funções multifacetadas a tornam um tema de pesquisa contínua e de potencial interesse clínico em diversas áreas da saúde e biomedicina.
| Composição | C4H4N2O2 |
| Ensaio | 99% |
| Aparência | pó branco |
| Nº CAS | 66-22-8 |
| Embalagem | Pequeno e grande |
| Prazo de validade | 2 anos |
| Armazenar | Armazenar em local fresco e seco. |
| Certificação | ISO. |








